segunda-feira, 15 de junho de 2009

CASAMENTO É...


Uma cena tipicamente romântica. O casal, juntos no chuveiro, curtindo a companhia um do outro na maior cumplicidade de um banho a dois. Mas depois que a gente casa as diferenças, manias e a praticidade do dia a dia às vezes ultrapassam certos conceitos. Não que isso seja ruim ou que o casamento seja conseqüência do fim do romantismo. Muito pelo contrário. É que você acaba descobrindo outras formas de vivenciar o romantismo e consequentemente percebe que certas coisas realmente só funcionam bem em filmes (afinal, meu Box é 0,80 x 0,80). Quem gosta de receber aquele beijão logo quando acorda, com aquele bafão de quem passou 8 horas com a boca fechada? E dormir de conchinha quando um dos dois não consegue ficar um só minuto sem se mexer? Inviável.

Voltando a história do chuveiro, eu e o Will temos duas diferenças gritantes. Para ele, o banho é sagrado (isto significa que ficar mais de 50 minutos em baixo d’água é praticamente um ritual religioso). Para mim, a água é sagrada (eu não quero ver os meus netos tendo que revezar o dia do banho por que não tem água suficiente). Oras, se eu quando lavo o meu cabelo (que é grande) e tomo um senhor banho, gastando cerca de 20 a 30 minutos, como ele consegue diariamente levar quase 1 hora em baixo do chuveiro? E foi assim que começou o nosso diálogo neste cenário quase romântico.

- Will, você não acha que já está bom? Eu entrei aqui 20 minutos depois de você, não é possível que você não tenha nem se ensaboado.

Ele, com um olhar recriminador, retrucou:

- Dê, não tem nada que me irrite mais do que me apressar no banho.

Kakakakaka....eu já comecei a rir. Ele estava de fato ficando irritado e o Will irritado,é muito engraçado.

- Mas More......a gente tem que saber usar a água da forma certa. Não dá pra ficar desperdiçando...e blá, blá, blá (aqui entrou aquele discurso politicamente correto).

De repente, ele com a maior cara de criança contrariada e muito, muito chateada, fala:

- Eu acho que vou voltar a usar o outro banheiro.

Kakakakakaka. Não me agüentei. Tive uma crise de riso daquelas, até perdi o ar. Caraca, ele estava me dizendo que não queria mais tomar banho junto comigo por que eu ficava falando no ouvido dele e não deixava ter aquele banho sagrado em paz. Era quase que um pedido de misericórdia

Ri muito, muito mesmo. Sabe o que veio na minha cabeça na hora?


Conta de água – R$30,00

Conta de luz – R$ 180,00

Ver a cara do Will pedindo sossego, não tem preço!

ÓTIMA NOTÍCIA

Ontem estava tranquila, fazendo o almoço de domingo, quando o telefone tocou:

- Oi (séria, é assim que minha sobrinha fala ao telefone, como se estivesse muito ocupada...kakaka)
- Oi Gi, tudo bem meu amor?
- Tudo. Cadê o tio Will?
- Tá aqui em casa
- Cadê o tio Will (ela é louca por esse tio)
Ao fundo podia ouvir meu irmão falando:
- Vai Gi, fala pra tia Dê o que você vai ganhar...
- Tá na cozinha amor. Mas o que você vai ganhar?
- Um imãozinho

Caraca, que alegria. Mais uma sobrinha (ou sobrinho). Fiquei tão feliz que acabei esquecendo de que era ela que estava do outro lado da linha e comecei a gritar de alegria.
Depois da euforia, claro, chamei o tio Will que não estava entendendo nada. Daí ela contou para ele. Detalhe, disse que são dois. Insistência que está deixando meu irmão e minha cunhada preocupadíssimos...kakakaka.

Ai, essa alegria toda me fez lembrar de minhas amigas gravidinhas. Então.....Bica, Fê, Fer....um enorme beijo procêis e que esses babys cheguem cheios de energia.

terça-feira, 9 de junho de 2009

TPM ESPECIAL


Sabe aqueles dias da tão falada TPM que você tem vontade de devorar o saquinho do açúcar União? É, por que eu de TPM como, sem exagero, a lata de leite moça fracionado entre os quatro dias de pico. Isso sem contar aqueles desejos rotineiros de comer as mesmas 'específicas' coisas. A variação gira em torno do leite moça, docinho de coco queimado, brigadeiro de colher, morango ou pêssego com leite moça e por último, mas nada menos calórico, TOP SUNDAY de chocolate do Mc Donald's.

Pensa na balança? Pois é....ela não tem sido minha amiga e eu resolvi fazer as pazes com ela. Sabe como é. Depois dos 25, segundo os endocrinologistas, o metabolismo fica mais lento, a saúde começa a andar de mãozinha dada com a estética e você tem que parar e encarar essa briga.

Desafio aceito, vamos as compras do mercado para renovar o estoque. Pão integral, queijo minas light ("olhe sempre a tabela nutricional, nem sempre o que é light possui baixa caloria", afirma Dra. Andréa Gaia), yogurte natural, verduras, frutas e leite....urgth.....desnatado. Juro, é muito ruim. É quase como uma água suja e misturado ao Nescau light e o adoçante...aff....sem comentários.

Mas estou lá. Firme e forte para que nada abale o meu objetivo. Vamos fazer essa dieta. Afinal, o Tio Glicerídeo está gritando comigo desde o ano passado e até então eu o havia ignorado. Não por falta de sermões. E aqui faço referências a minha mãe, meu pai, ao Will, a Si e a Lan, rsrsrs.

Ah, também estou fazendo caminhada no bosque perto de casa. São quase cinco quilometro por dia - T O D O dia. Ai que orgulho! Nessa história toda pelo menos há uma expectativa boa. Se na TPM estou conseguindo controlar a fúria por doces e se no frio estou segurando a fome é um sinal de que dias melhores virão.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

MARATONA

Aos que me conhecem, não se surpreendam. Eu não participei de nenhuma corrida. Passei o sábado no maior estilo urso de ser. Isso mesmo! Ibernei na maratona Grey's Anatomy. Quinze horas e acabei com duas temporadas. Que delícia. Fazia tempo que não tinha um tempo só para mim. Simplesmente atoa.

Amo seriados e quanto mais superficiais, melhor, rsrs. A gente já tem que lidar com informação séria e chata no dia a dia. Portanto, romances adolecentes, crises conjugais, comédias de casais, séries trashs (isso, estou falando de Ugly Betty) e até mesmo um suspense policial ou científico. Vale tudo. Na prateleira dos preferidos tem: Dawnson's Creek, The OC, One Three Hill, E.R, House, Lost, C.S.I e o meu mais novo vício: Grey's Anatomy.

Meu irmão acha uma chatice, diz que a narração da personagem principal é depressiva. Mas eu não estou nem aí com a oposição. Faz bem o meu estilo. E o melhor, meu marido também virou fã. Isto quer dizer que outros finais de semana introspectivos virão, rsrsrs

terça-feira, 26 de maio de 2009

SEM COLCHÃO? HAJA CARNEIRINHOS


Tenho um amigo que mora em outra cidade. Aqui do lado, é verdade, mas já é outra cidade. Toda vez que marcávamos algo com ele aqui em Sampa, ele tinha que desembolsar o dinheiro do Hotel. Pura teimosia (era o que eu pensava até então,rs). De tanto oferecer, isistir, intimar...ele resolveu passar uma noite aqui na minha casa com a esposa dele. Ora, temos um quarto vago aqui em casa. e não é só um quarto, é uma suite. Tem até computador para ele navegar na internet em caso de insônica.
Perfeito não?

Bom, esses dias eu descobri que não foi nada perfeito. O colchão de ar que temos aqui em casa estava furado e adivinha. Eles ficaram no chão!!!!
E pior, só fiquei sabendo disso 1 mês depois. Tá pensando que ele contou? Nada, apesar de sarrista e muito bem humorado esse meu amigo é um poço de educação, tadinho. Sofreu calado. Digo, sofreram (ele e a esposa) calados.

Ah tá...como descobri o tal furo? Meu irmão dormiu em casa e quando acordei o encontrei no sofá. Foi quando ele me disse que o colchão murchou. Antes mesmo de perguntar se ele estava bem a minha primeira pergunta foi: Meu Deus, será que quando o Bruno dormiu aqui já estava assim?
Pois bem, resolvi perguntar para ele e a história foi confirmada. Que VER-GO-NHA! O sarrista do meu marido falou que eu nem precisava ter perguntado:

- É fácil amor, se da próxima vez ele preferir ficar no Hotel é por que eles ficaram no chão.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

TIETAGEM

A Meca Comunicação Estratégica - www.mecacom.com.br tem ficado famosa.

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SEM INTERNET NÃO DÁ


Pensei em começar esse post com uma frase bem demolidora ao Speedy, mas sabe....cansei. Cansei de brigar com a Telefônica, de reclamar no Procon, de escrever cartas aos jornais. Enfim, cansei de brigar para ter direito a usar aquilo que eu paguei.

Parece óbvio isso. Você contrata um serviço, logo, o mínimo que a Contratada pode fazer por você é prestar o serviço. Aliás, isso está além do meu dia a dia. Eu busco a excelência do meu atendimento para satisfazer o meu cliente, mas essa, claramente, não é uma preocupação das empresas de telefonia. Aliás, registro aqui uma frase de total desabafo que troquei com uma amiga hoje: Empresas de telefonia fixa, móvel e operadoras de banda larga são todas a mesma merda. Não vale o desgaste de trocar pela Telefônica ou Embrateu, de mudar de Speedy para o Ajato. O jeito é ter as duas opções.

Derrotada. Eu sei, é assim mesmo que me sinto. Mas vamos combinar, dois dias sem internet? Definitivamente não tem como trabalhar sem internet.E para piorar, ontem nada funcionava. Até a impressora resolveu dar trabalho. Greve geral da tecnologia e eu entrando em desespero.

Mas amanhã mesmo resolvo parte desses problemas. Vou compar uma conexão da Claro para ter de step e deixar a impressora na autorizada para revisão.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

BRINCADEIRA DE BLOG

Recebi essa brincadeira de Blogs de uma amiga, das antigas idas e vindas, das caronas mais que bem-vindas e que tem um site recheado de poemas e inspirações CineClubeCafe. É Cá, só você para me forçar a atualizar o meu blog, afinal... não resisto a testes e desafios.


As regras:

1. Linkar a pessoa que te indicou;
2. Escrever as regras do mesmo em seu blog;
a) Contar seis coisas aleatórias sobre você - no caso Eu;
b) Indicar pessoas e colocar os links no final do post;
c) Deixar a pessoa saber que você a indicou, deixando um comentário para ela;

Aqui vão:

1 - Sou desastrada demais, lojas de cristais é um lugar que não posso entrar. Caio, tupico...já perdi as contas de quantas vezes torci o meu pé;

2 – Sou sonâmbula! Parece absurdo, mas converso, ando, brigo e tudo de olhos abertos. No dia seguinte? Quem eu? Mentiiira.

3 – Sou uma manteiga derretida. Choro com livros, filmes, comerciais e pasmem choro junto com alguém quando nem sei por que esse alguém chora;

4 – Sou passional ao extremo. Não sei se é defeito ou qualidade, mas chego a ter dor de estômago quando vejo injustiças. Na agência em que trabalhei, recebi o apelido de paladina da justiça;

5 – Amo animais, mas gatinhos são minha paixão. De pequena eu pegava gatos na rua para ir ao banco comigo e depois os devolvia onde estavam;

6 – Sou uma pessoa pra lá de feliz com a vida. As vezes me acho um pouco Pollyana. Mas é que só tenho mesmo a agradecer. Sou casada com o homem da minha vida e mesmo após 10 anos de relacionamento continuo apaixonada por ele, tenho uma família presente e maravilhosa, uma sobrinha deliciosa, dois afilhados especiais, uma irmã que ganhei depois de grande, sobrinhos (as) postiços, um gatinho pra lá de fofo, amigos que carrego no peito para onde eu vou, saúde, trabalho...aff!

b.) Desafio repassado para: Caaqui e Do-Re-Mi-Fá-Sol-Lá-Cyntia

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

VÍTIMA DE ESTELIONATO

No dia 16/02/2009 entrei em contato com a Telefônica para solicitar o serviço de transferência de chamadas. O atendente me informou que tal serviço não era mais comercializado por conta de má fé. Porém, disse que eu poderia ter acesso ao serviço gratuitamente, bastava eu contratar outro serviço da Telefônica. Questionei o atendente sobre esta política. Disse que a empresa dizia ofertar um serviço gratuitamente, mas obrigava o consumidor a comprar outro e que isso era venda casada, conseqüentemente, contra a lei. O atendente me explicou que o serviço de transferência de chamada estava proibido de ser comercializado, pois o mesmo estava sendo utilizado pelo PCC, tendo ligações feitas inclusive de dentro de presídios. E que a única forma da Telefônica não prejudicar os clientes idôneos que precisam do serviço, é incluir o serviço de assistência 24hrs, pois assim a empresa tem um controle de quem está usando o serviço de transferência de chamada.

Ainda assim, hesitei com o atendente dizendo que havia contratado recentemente o serviço de identificador de chamadas e que ele podia considerar este serviço junto com o de transferência. O atendente tornou a explicar que teria que ser o serviço de assistência, pois seria uma forma da Telefônica controlar a utilização do serviço de transferência, já que seus técnicos estariam indo até a casa do cliente para prestar o serviço de 24hrs, já o identificador não.

Como precisava muito do serviço, aceitei a imposição do atendente. Questionei ainda se eu poderia cancelar o serviço de ass. Técnica e continuar com o identificador de chamadas. O mesmo disse que depois de uma carência de seis meses, isso era possível e que eu não perderia a prestação de serviço ‘gratuita’ do identificador de chamadas. Aprovei o serviço e o atendente me passou as coordenadas para programar a transferência de chamadas (21*nº d telefone a ser transferido#) e para desprogramá-lo (*21*). Disse ainda que no prazo de 24h o serviço já estaria disponível.

No dia 18/02, quando precisei programar a transferência, não consegui realizar. Então, liguei novamente solicitando esclarecimentos. Um atendente levou mais de 10 minutos fazendo os tais procedimentos, quando de repente a ligação caiu na espera. Após 10 minutos, fui atendida por outra atendente, que não sabia do meu caso. Passei todas as informações e a mesma disse que estava verificando. Ela consultou os meus chamados e afirmou que não sabia me dizer por que eu não estava conseguindo fazer a programação da transferência. Confirmei o código dado pelo atendente no dia em que contratei o serviço e ela confirmou dizendo que estava correto. Ela solicitou então um técnico, para vir na minha casa, verificar o motivo do problema. Ela deu um prazo de 24 h para o técnico vir.

Depois de 170 horas, hoje, dia 26 de fevereiro, entrei em contato com a Telefônica para saber por que o técnico não veio e por que o serviço ainda não estava funcionando. Tal foi minha surpresa quando o atendente me informou que a Telefônica não comercializava o serviço de transferência de chamadas de forma alguma. E que a informação que fora me passada sobre a contratação de outro serviço para ter acesso ao de transferência estava completamente errada. Indignada, solicitei ao atendente que cancelasse o serviço de assistência 24hr, pois só o contratei para ter acesso à transferência de chamada. Mais uma surpresa. Para cancelar o serviço antes da carência de seis meses, terei que pagar uma taxa de R$ 18,00. Isso mesmo, eu fui enganada pelo atendente da Telefônica e ainda vou ter que pagar uma multa por rescindir o contrato de prestação de serviço.

A questão não é pagar o valor de R$ 18,00 e sim a má fé de um atendente da Telefônica. Ele me deu um golpe para poder vender um serviço. Mentiu, me iludiu dizendo que eu teria o serviço. E agora, eu tenho que pagar uma multa como se a errada dessa história toda fosse eu.

Estou correndo atrás dos meus direitos. Já contatei o PROCON, enviei e-mail para os principais veículos de comunicação e agora uso o meu blog, como forma de manifestação e alerta aos demais clientes dessa empresa.