terça-feira, 27 de novembro de 2007
CRISE DE IDENT IDADE
Nunca me preocupei com essa história de idade, muito menos com a ‘chegada da idade’. Deve ser um reflexo traumático da minha carinha de ‘menininha’. Não é falta de modéstia, é sério mesmo. Sempre me incomodei em ter que apresentar carteira de identidade para entrar em baladas ou sessões de filme, para provar que era maior de idade. E as pessoas então, que acham que você é uma jovenzinha e não uma mulher, profissional, dona do seu próprio nariz. Enfim, parece que as coisas mudaram de cenário. Não digo esteticamente (ufa – e agora digo: ufa – ainda não tenho nenhuma ruguinha), mas sim psicologicamente. Alguns acontecimentos recentes têm me colocado a refletir muitas coisas. Pois bem, vamos por tópicos:
Paciência
No começo, achei que a falta dela era reflexo de uma nova postura de vida que resolvi assumir. Sintoma dos tais florais. Hoje, sei que não. Um final de semana inteiro com crianças fazendo arte quase me levou a loucura. Logo eu, que amooooo crianças.
Memória
Sim, essa também não anda muito boa. Às vezes esqueço do que acabei de falar. Pagar contas e guardar objetos ou comprovantes de pagamentos não podem ficar sobre minha responsabilidade. ALGUÉM ME INTERDITA!!!
O tempo
Esse é o que mais tem me chocado. Recentemente, vi a sobrinha de uma amiga (quando a vi pela última vez tinha oito anos): uma mulher. Os encontros não param por aí, o filho de outra colega está enorme, o sobrinho de outra já tem até namorada. Até minha sobrinha, que nasceu ontem, já vai fazer um ano!
Saúde
Tudo bem, eu sei que não sou chegada em médicos, que raramente sigo um tratamento, mas triglicérdes alto? Bursite?
Para quem não se preocupava com a idade, estou, PRECOCEMENTE, entrando na crise dos 30.
SENSAÇÃO DE IMPOTÊNCIA
Ontem assisti, cara a cara, uma cena que já estamos cansados de ver nos jornais – um assalto à mão armada. Estava dentro do ônibus, a porta era a única coisa que separava eu do moleque de mais ou menos 17 anos e um revólver prata na mão. Que sensação horrível, que cena revoltante. O motorista estava em um Astra preto, o vidro era filmado, muito escuro. Ele estava parado na avenida, com trânsito congestionado.
Felizmente eu não me acostumo com essas notícias, por isso não digeri o que vi até agora. Que vontade de pular em cima daquele filho da puta, chamar a polícia; mas nada.....a gente não pode fazer nada, não dá tempo de fazer nada.
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
PRECISO DE UM
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
PUBLICITÁRIO FRUSTRADO
Primeiramente gostaria de me desculpar pela ausência de posts, mas é que a vida está um tanto quanto corrida. Sorry!
Agora vamos ao trabalho! Hoje li uma matéria sobre mais uma ‘Kassação’. Sabe aqueles jornais que recebemos nos principais faróis, gratuitamente? Práticos, resumidos, isso sem contar o papel social de ‘aculturamento’ da classe menos favorecida, que não têm acesso à informação. Então, o prefeito de São Paulo pretende limitar esses jornais. Segundo artigo incluído em lei, os diários deverão ter, no mínimo, 80% de conteúdo jornalístico. De acordo com a assessoria da Prefeitura, a intenção da administração municipal é 'disciplinar a atividade' e que esse trecho da lei ainda precisa ser regulamentado.
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
AFF...
terça-feira, 2 de outubro de 2007
QUE DITADO??
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
Conversa de um paulista com uma pernambucana:
- Nossa, você é a pessoa certa para eu tirar uma dúvida.
- Diga, o que queres saber?
- Como chama uma bolachinha preta, que vem numa embalagem tipo pão pullman?
- Uma durinha, feita de massa de biju?
- Não, ela é fofinha por dentro e preta mesmo...
- Brownie?
ÀS CUSTAS DE QUEM?
Quero fazer uma manifestação contra o Carrefour, que ontem (ou sei lá desde quando) quis dar um de espertinho pra cima dos clientes. Na sessão de bebidas tinha uma fileira inteira de Sucos Mais. Meu marido olhou o preço do suco e saiu logo pegando uns quatro. Preço na gôndola: R$ 2,26 – só o de pêssego. Quando passamos no caixa, a máquina registrou o valor de R$ 3,19. Nós falamos que o preço estava errado e a caixa pediu para a menina do patins ir até lá conferir o preço correto. A menina voltou com a etiqueta marcando o preço que havíamos visto. A caixa olhou, revirou e lá em baixo, com letras minúsculas e na parte pintada da etiqueta tinha a seguinte indicação: LT350. A caixa virou para a menina do patins e disse que aquele valor era para a lata. Sorte que a própria atendente reconheceu que o erro era do mercado: - Mas o preço estava na prateleira dos sucos de litro, bem em cima desses que eles pegaram. Me engana que eu gosto!!
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