segunda-feira, 24 de agosto de 2009

UM ATÉ LOGO

Mamusca, Dona Pepita, Mama e Mãe. As diversas variações talvez fosse uma forma de chamar cada uma das VOCÊ: a mãe amiga, zelosa, confidente, divertida, amorosa, presente; enfim, insubstituível.


Sentirei falta das nossas conversas descompromissadas, das asneiras faladas em meio às gargalhadas no fim do dia, dos conselhos mais do que sábios, do ouvido, mente e coração sempre tão alertas, dos seus ensinamentos e lições de vida e, acima de tudo, do seu amor incondicional.


Ainda choro, mas é de pura saudade, pois meu coração está mais tranqüilo já que você está bem e zelando por todos nós. Espelharei-me em você para ser ao meu bebê a mãe maravilhosa que você foi para nós.

Te amo pra toda eternidade.




Aos meus amigos queridos,


Obrigada por todo apoio, carinho e compaixão nesse momento tão difícil. É maravilhoso olhar em volta e nos sentir abraçados.


Eu, o bebê e minha família estamos bem. Estamos conformados e vivendo um dia após o outro. A saudade é grande, mas Deus é ainda maior e está nos dando o suporte necessário para acalantar nossos corações.


Grande beijo.

6 comentários:

Elaine disse...

"(...)mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito. Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize." (João 14:26.27)
Por amor de todos nós, Jesus nos deixou seu Consolador, para que em meio à tribulação tivéssemos paz e consolo aos nossos corações, por isso somos abatidos, mas não destruídos, e seguimos adiante, na direção do propósito de Deus para cada um de nós.
Hoje a dor da perda, amanhã a saudade para quem fica, e em poucos meses, a alegria de quem chegará como o sol que brilha depois da tempestade.
O amor do Pai, a graça do Senhor Jesus, e consolação do Espírito Santo sejam com você e toda sua família.
Sempre com você, Dê, na alegria e na tristeza, porque tem amigo que é mais chegado do irmão.
Amor,
Elaine

Camilla Salmazi disse...

Minha querida amiga,
Todo meu amor e carinho para você e família.
bjo bem grande

Deca Orlando disse...

Manica, minha irmã de alma!
Vou deixar aqui, alguns trechos de um texto que refletem verdadeiramente meu sentimento por vc e minha "mãezinha do coração", Cecilia!!(era assim que a chamava sempre que falava com ela...rs!)

AFINIDADE
A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil,
delicado e penetrante dos sentimentos.
O mais independente.

Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos,
as distâncias, as impossibilidades.
Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação,
o diálogo, a conversa, o afeto, no exato ponto em que foi interrompido.

Afinidade é não haver tempo mediando a vida.

É uma vitória do adivinhado sobre o real.
Do subjetivo sobre o objetivo.
Do permanente sobre o passageiro.
Do básico sobre o superficial.
Ter afinidade é muito raro.

Mas quando existe não precisa de códigos verbais para se manifestar.
Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois
que as pessoas deixaram de estar juntas.
O que você tem dificuldade de expressar a um não afim, sai simples
e claro diante de alguém com quem você tem afinidade.

Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos
fatos que impressionam, comovem ou mobilizam.
É ficar conversando sem trocar palavra.
É receber o que vem do outro com aceitação anterior ao entendimento.

Afinidade é sentir com.
Nem sentir contra, nem sentir para, nem sentir por, nem sentir pelo.
Sentir com, é não ter necessidade de explicar o que está sentindo.
É olhar e perceber.
É mais calar do que falar.
Ou quando é falar, jamais explicar, apenas afirmar.
A afinidade é singular, discreta e independente,
porque não precisa do tempo para existir.
Vinte anos sem ver aquela pessoa com quem se estabeleceu
o vínculo da afinidade!
No dia em que a vir de novo, você vai prosseguir a relação
exatamente do ponto em que parou.

Afinidade é a adivinhação de essências não conhecidas
nem pelas pessoas que as tem.

Por prescindir do tempo e ser a ele superior,
a afinidade vence a morte, porque cada um de nós traz afinidades
ancestrais com a experiência da espécie no inconsciente.

Ela se prolonga nas células dos que nascem de nós,
para encontrar sintonias futuras nas quais estaremos presentes.
Sensível é a afinidade.

É exigente, apenas de que as pessoas evoluam parecido.
Que a erosão, amadurecimento ou aperfeiçoamento sejam do mesmo grau,
porque o que define a afinidade é a sua existência também depois.

Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças,
é conversar no silêncio, tanto das possibilidades exercidas,
quantos das impossibilidades vividas.

Afinidade é retomar a relação do ponto em que parou,
sem lamentar o tempo da separação.
Porque tempo e separação nunca existiram.

Foram apenas a oportunidade dada (tirada) pela vida,
para que a maturação comum pudesse se dar.
E para que cada pessoa pudesse e possa ser, cada vez mais,
a expressão do outro sob a forma ampliada e
refletida do eu individual aprimorado.
Artur da Tavola

E assim, Manica, deixo aqui tb minha saudade infinita e meu "até logo" à amada Cecília que hoje é, certamente, um Anjo lindo, que nos abençoa e está perto de nós todos os dias!
Beijos cheios de luz, paz, e amor eterno! Da sua sempre manica,Deca

Vívian S.R. disse...

Querida Dê,
Muito lindo, me emocionei bastante!
Fico feliz por ver tanto amor e o desejo de superar...
Beijo grande, conte sempre comigo
Vi

Vivian disse...

Dê, querida, muita força, paz e amor a vc e sua família nesse momento.
Me emocionei com o seu texto - como todo mundo, acredito!
Fique bem e, precisando de algo, é só falar!
Bjo grande,
Vivian P.

Letícia Volponi disse...

Dê, querida, estou retomando as atividades blogueiras somente hoje após esses dias de descanso. Que Deus ilumine todos vocês. Fiquei emocionada com seu post e ao terminar de ler meu comentário, feche os olhos, ponha sua mão direita no ombro esquerdo, a esquerda, no direito e sinta-se abraçada por todos nós aqui de casa.

Bjo